{"id":31,"date":"2020-03-27T08:44:47","date_gmt":"2020-03-27T12:44:47","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/?page_id=31"},"modified":"2020-05-12T13:25:53","modified_gmt":"2020-05-12T17:25:53","slug":"mbya-guarani","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/dossiers\/mbya-guarani\/","title":{"rendered":"Guarani-Mby\u00e1"},"content":{"rendered":"<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"25%\"><div class=\"pt-cv-wrapper\"><div class=\"pt-cv-view pt-cv-grid pt-cv-colsys pt-cv-nolf\" id=\"pt-cv-view-a1b3d95j2q\"><div data-id=\"pt-cv-page-1\" class=\"pt-cv-page\" data-cvc=\"1\"><div class=\"col-md-12 col-sm-12 col-xs-12 pt-cv-content-item pt-cv-2-col\" ><div class='pt-cv-ifield'><h4 class=\"pt-cv-title\"><a href=\"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/dossiers\/mbya-guarani\/glossario-mbya-guarani\/\" class=\"_self\" target=\"_self\" >Gloss\u00e1rio Mby\u00e1-Guarani<\/a><\/h4><\/div><\/div>\n<div class=\"col-md-12 col-sm-12 col-xs-12 pt-cv-content-item pt-cv-2-col\" ><div class='pt-cv-ifield'><h4 class=\"pt-cv-title\"><a href=\"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/dossiers\/mbya-guarani\/midias-sociais\/\" class=\"_self\" target=\"_self\" >Guarani-Mby\u00e1 nas m\u00eddias sociais<\/a><\/h4><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400\">Por Yesenia Villatoro<\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3>Introdu\u00e7\u00e3o aos Guarani-Mby\u00e1<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<h4>Recursos<\/h4>\n<ol>\n<li><a href=\"https:\/\/pib.socioambiental.org\/pt\/Povo:Guarani_Mbya\">Mby\u00e1-Guarani &#8211; ISA<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<h5>Mais<\/h5>\n<ol>\n<li class=\"text-secondary h2 font-weight-bold\"><a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/serie-audiovisual-da-visibilidade-as-mulheres-indigenas-da-regiao-sul-do-brasil\/\">S\u00e9rie audiovisual d\u00e1 visibilidade \u00e0s mulheres ind\u00edgenas da regi\u00e3o Sul do Brasil<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>Imagem por <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/thi_agocarvalho\/\">Thiago Carvalho<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400\">O povo Mby\u00e1-Guarani se identifica como <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00d1andeva eku\u00e9ry<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> que significa \u201ctodos os que somos n\u00f3s&#8221;. Uma das maneiras em que os Guarani praticam sua indigeneidade\u00a0 \u00e9 falar a l\u00edngua, da fam\u00edlia lingu\u00edstica Tupi-Guarani. Tamb\u00e9m comem comida que lembra o passado. Eles tamb\u00e9m t\u00eam uma unidade religiosa. Por todas estas caracter\u00edsticas eles se identificam como povo apesar da dist\u00e2ncia entre grupos e aldeias.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u00c9 muito interessante que, como outros povos ind\u00edgenas, os Guarani-Mby\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o s\u00f3 no Brasil.\u00a0 Tamb\u00e9m h\u00e1 comunidades Guarani em Argentina e Paraguai. No Brasil, a popula\u00e7\u00e3o foi estimada entre 51,000 pessoas, em Paraguai entre 43,080 pessoas, e em Argentina sou 6,500 pessoas. Entre as proje\u00e7\u00f5es, a popula\u00e7\u00e3o Mbya \u00e9 entre 27,380 pessoas. Tamb\u00e9m devemos reconhecer que esses n\u00fameros s\u00e3o apenas o que esses grupos ind\u00edgenas optam por relatar; h\u00e1 muitos povos que n\u00e3o acreditam no controle do governo e veem a contagem de seus povos com desconfian\u00e7a.<\/p>\n<p>O nome Guarani se refere a um nome dado pelos \u201ccronistas\u201d aos grupos que falavam a mesma l\u00edngua. Tamb\u00e9m foi dado o nome Guarani porque a gente vivia perto de um rio ou porque era possivelmente nome do seu chefe. O territ\u00f3rio do povo Guarani foi usado como um campo de batalha entre os espanh\u00f3is e portugueses. Cada pa\u00eds colonizador queria criar uma alian\u00e7a para convencer os povos de que eles &#8220;queriam&#8221; expandir territ\u00f3rio para os Guarani, mas j\u00e1 sabemos que n\u00e3o \u00e9 esse o caso. Os que n\u00e3o quiseram ceder aos espanh\u00f3is ou portugueses migraram para a regi\u00e3o Paraguaia de Gua\u00edra.<\/p>\n<p>H\u00e1 umas diferencia\u00e7\u00f5es entre subgrupos Guarani, por exemplo, os Mby\u00e1 podem ter suas pr\u00f3prias express\u00f5es lingu\u00edsticas, cultura material, e rituais como cantos e m\u00fasica. Tamb\u00e9m \u00e9 interessante que alguns dos povos tem casamentos mistos como entre \u00d1andeva e Mbya.<\/p>\n<p>A l\u00edngua guarani \u00e9 falada por diferentes grupos \/ povos ind\u00edgenas e, no Paraguai, \u00e9 a l\u00edngua oficial ao lado do espanhol. Influ\u00eancias dialetais s\u00e3o observadas, especialmente quando ocorrem casamentos mistos. Entre eles a l\u00edngua \u00e9 uma das formas mais fortes de identidade. \u00c9 ensinada nas escolas aos filhos. Poucos Mby\u00e1, embora a maioria dos representantes, falam portugu\u00eas. Crian\u00e7as, mulheres e idosos na maioria das vezes falam apenas sua l\u00edngua nativa. Para os Guarani, a agricultura \u00e9 a &#8220;atividade estrutural da vida comunit\u00e1ria&#8221;. Os Guarani t\u00eam culturas tradicionais, como diferentes variedades de milho e gr\u00e3os. Eles plantam frutas e especiarias usadas como rem\u00e9dio nas casas. A ca\u00e7a n\u00e3o \u00e9 uma pr\u00e1tica comum entre os Guarani e vem diminuindo devido \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o das \u00e1reas florestais. Os Guarani usam o artesanato como meio de troca de coisas entre fam\u00edlias. No entanto, existem diferen\u00e7as significativas entre materiais para uso e materiais para venda ou com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>O lugar onde a os Guarani formam suas fam\u00edlias \u00e9 chamado <em>tekoa. Tekoa <\/em>significa \u201cmodo de ser, de estar, sistema, lei, cultura, norma, comportamento, costumes\u201d. L\u00edderes espirituais lideram \u201cora\u00e7\u00f5es\u201d atrav\u00e9s de can\u00e7\u00f5es, dan\u00e7as e discursos.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Yesenia Villatoro<\/p>\n","protected":false},"author":1995,"featured_media":440,"parent":11,"menu_order":10,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"templates\/template-full-width.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-31","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/31","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1995"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/31\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":508,"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/31\/revisions\/508"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/11"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/media\/440"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.smith.edu\/por228-sp20\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}